segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Resultados



A legenda abaixo deve ser utilizada para a interpretação das tabelas de distribuição de frequências.
Fi: frequência; número de integrantes em cada classe da primeira coluna.
Fri%: frequência em porcentagem.
FAC: somatório da frequência.
FAC%: somatório da frequência percentual
Fórmulas

  •   


Tabela 2- Escolha alimentar dos entrevistados
Vegetariano e/ou
vegano
Fi
Fri%
FAC
FAC%
Sim
17
9%
17
9%
Não
173
91%
190
100%
Total
190
100%




Gráfico 2
Já era de se esperar que a minoria dos entrevistados teria seus hábitos alimentares sem o consumo de alimentos provenientes de animais. Isso, provavelmente, deve-se a dificuldade de suprir todos os nutrientes necessários com uma dieta baseada em vegetais, legumes e frutas e ao sabor, muitas vezes considerado desagradável, que esses alimentos possuem.
Hoje em dia, devido aos processos de industrialização dos alimentos, passa-se a ser muito mais prático, rápido e, na maioria das vezes, saboroso, consumir produtos que vem dos animais.

Rol 3- Idade dos entrevistados
12
13
14
15
15
15
15
15
15
15
16
16
17
17
19
24
32
45
51
12
13
14
15
15
15
15
15
15
15
16
16
17
17
19
25
32
45
52
12
14
14
15
15
15
15
15
15
15
16
16
17
17
19
25
34
47
54
13
14
14
15
15
15
15
15
15
16
16
16
17
18
19
27
36
47
55
13
14
14
15
15
15
15
15
15
16
16
16
17
18
19
27
38
47
57
13
14
14
15
15
15
15
15
15
16
16
16
17
18
20
28
39
48
58
13
14
14
15
15
15
15
15
15
16
16
16
17
18
21
30
40
48
60
13
14
14
15
15
15
15
15
15
16
16
16
17
18
22
31
42
49
60
13
14
14
15
15
15
15
15
15
16
16
17
17
18
23
32
43
50
78
13
14
15
15
15
15
15
15
15
16
16
17
17
18
24
32
44
50
80

Tabela 3
Idades
Fi
Fri%
FAC
FAC%
12 |- 26
37
19%
37
19%
26 |- 40
129
68%
166
87%
40 |- 54
16
8%
182
96%
54 |- 68
6
3%
188
99%
68 |- 82
2
1%
190
100%
Total
190
100%



Média
33
Moda
33
Mediana
36
Desvio padrão
9.7
Representatividade
29%

Gráfico 3
No gráfico de idades notamos que os dois maiores índices se concentram entre as faixas de 12 a 40 anos. Isso se deve, principalmente, a facilidade de acesso a internet que estes grupos possuem. O maior destaque está entre os 26 e 40 anos de idade, onde quase 70% dos entrevistados se incluem. Estes dados evidenciam que adultos se interessaram mais pelo questionário do que crianças e adolescentes.

Tabela 4- Gêneros
Gênero
Fi
Fri%
FAC
FAC%
Masculino
71
37%
71
37%
Feminino
119
63%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 4
No gráfico de gêneros notamos a grande maioria feminina (62,6%), onde dos 190 entrevistados, 119 são mulheres e 71 são homens. Isso nos mostra maior interesse pelo público feminino, talvez pelo tema abordado no questionário (animais) ser de cunho do gênero e/ou maior acesso as mídias sociais pelas mulheres (locais onde o questionário foi divulgado).
Tabela 5- Preferência entre animais ou pessoas
Preferência entre animais e pessoas
Fi
Fri%
FAC
FAC%
Animais
91
48%
91
48%
Pessoas
99
52%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 5
Este gráfico é bastante surpreendente, pois o percentual de diferença entre as duas opções é de apenas 4%. A partir de sua análise, é possível concluir que os animais estão, cada vez mais, tomando conta dos gostos e preferências das pessoas, no qual as mesmas passam a preferir a companhia dos bichinhos por diversos fatores, dentre eles, a fidelidade, o companheirismo, o carisma e os afetos que estão em falta no dia a dia de muitos humanos.

Tabela 6- Conhecimento de maus tratos
Conhece algum mau-trato
Fi
Fri%
FAC
FAC%
Sim
147
77%
147
77%
Não
43
23%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 6
Como vemos, a maioria das pessoas (aproximadamente 77%) já estiveram em contato com algum tipo de mau trato animal. Este número pode representar um aumento da quantidade de  indivíduos que praticam este crime, assim como evidencia que o mesmo não esta encoberto na sociedade, ou seja, os maus tratos estão sendo vistos pela população que não se cala.
O número de pessoas que nunca tiveram contato algum com essa prática (aproximadamente 23%), não é muito grande, porém, não podemos considerá-lo como irrelevante. Sabemos que o destrato aos animais é um fator presente na sociedade atual e estes dados mostram que alguns desconhecem sobre o assunto.

Tabela 7- Causa da agressividade do pit bull
Causa da agressividade
Fi
Fri%
FAC
FAC%
Criação
80
42%
80
80%
Instinto
10
5%
90
10%
Ambos
100
53%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 7
O gráfico refere-se às causas da agressividade do pit bull, uma raça de cachorro muito famosa por seu temperamento violento, 53% dos entrevistados assumiram que a causa da agressividade é tanto a criação que o cão tem, como seu instinto. Apenas 5% declaram que sua atitude é influenciada apenas pelo instinto.
Conclui-se que a agressividade da raça, mesmo que influenciada pelo instinto, tem como maior causa sua criação, ou seja, o modo como é tratado.

Tabela 8- Posicionamento quanto a touradas e rodeios
Posicionamento
Fi
Fri%
FAC
FAC%
Contra
174
92%
174
92%
A favor
16
8%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 8
O gráfico acima nos apresenta a porcentagem das pessoas entrevistadas, e seu posicionamento contra ou a favor das touradas. Estas consistem  em um espetáculo onde o indivíduo tenta dominar touros, normalmente o animal é maltratado para que fique mais bravo, tornando o espetáculo mais interessante.
Analisando o gráfico notamos que apenas 8% dos entrevistados são a favor do esporte, porém mesmo que tal fato seja verdadeiro, ainda é muito presente sua prática  principalmente na Espanha e em Portugal.


Tabela 9- Espécie de animal preferida dos entrevistados
Animal preferido
fi
fri%
FAC
FAC%
Águia
1
1%
1
1%
Aranha
1
1%
2
1%
Ave
7
4%
9
5%
Boi
1
1%
10
5%
Borboleta
1
1%
11
6%
Cachorro
118
62%
129
68%
Gatos
41
22%
170
89%
Cavalo
1
1%
171
90%
Cobra
2
1%
173
91%
Panda
1
1%
174
92%
Peixes
8
4%
182
96%
Nenhum
3
2%
185
97%
Todos
5
3%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 9
Desde os primórdios, o cachorro é visto como o “melhor amigo do homem”. Essa característica pode ser explicada pela qualidade canina de se apegar bastante e demonstrar afeto a seu dono. Antes da domesticação do cão, o lobo ocupava seu papel. No entanto, o primeiro se mostrava mais dócil, enquanto o segundo fugia com frequência quando os humanos se aproximavam.
No gráfico formulado, pode-se notar uma diferença exorbitante quanto à preferência da população entrevistada por cachorro a outros animais. Isso provavelmente é trazido pela realidade comentada no primeiro parágrafo.
Quanto aos gatos, que ocupam a segunda colocação nesse gráfico com 21,6% dos entrevistados, são considerados, geralmente, seres mais individualistas. Por isso, a parte das pessoas que preferem felinos usualmente gostam de animais de estimação  mais independentes.
Tabela 10- Posicionamento quanto a castração de animais
Posicionamento
fi
fri%
FAC
FAC%
A favor
87
46%
87
46%
Contra
12
6%
99
52%
Indefinido
91
48%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 10
Acima, temos uma lúcida representação gráfica de nossa população: a maioria das pessoas não têm uma opinião formada sobre a castração. Isso deve-se majoritariamente à vaga ideia que as pessoas têm sobre o assunto. A maioria não sabe ao certo as vantagens de castrar seu animal de estimação. Quanto a parte que sobra do gráfico, estão aqueles entrevistados que provavelmente têm uma certa bagagem de conhecimento sobre o assunto.
Como dito anteriormente, a castração proporciona inúmeros pontos benéficos ao animal, mas existe um certo receio em algumas pessoas por causa de antigos mitos.

Tabela 11- Posicionamento dos entrevistados quanto a aplicação de leis mais rígidas a respeito de destrato aos animais
Posicionamento
Fi
fri%
FAC
FAC%
A favor
172
91%
172
91%
Contra
18
9%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 11
Em nossa constituição existem leis que protegem os animais de maus-tratos. A principal lei que protege os animais é a Lei Federal 9.605/98, conhecida como Lei dos Crimes Ambientais. A partir da análise do gráfico acima, pode-se dizer que, dentre as pessoas entrevistas, a maioria acredita que leis mais rígidas frente ao destrato de animais trariam melhores resultados.

Tabela 12- Houve ou não mudanças no modo de pensar dos entrevistados quanto ao destrato à animais, após assistir o vídeo.
Respostas
fi
fi%
FAC
FAC%
Não, este vídeo é fictício e não retrata a realidade desses animais.
2
1%
2
1%
Sim, me fez refletir melhor sobre o assunto e o quão são dependentes de nosso amor .
100
53%
102
54%
Não, já sabia pelo que passavam e infelizmente não há nada que eu possa fazer.
35
18%
137
72%
Sim, inclusive vou procurar ajudá-los sempre que possível a partir de hoje.
53
28%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 12
O vídeo assistindo tem uma forma sensível de mostrar as agruras vividas, principalmente por cães e gatos que não possuem um lar. Como mostra o gráfico, grande parte dos que assistiram o vídeo, foram de alguma maneira tocados por seu conteúdo, o que traz a perspectiva de mudanças positivas de hábito em benefício dos animais.

Tabela 13- Posicionamento em relação a mudança dos hábitos alimentares em prol dos animais
Mudaria os hábitos alimentares
fi
fi%
FAC
FAC%
Não
93
49%
93
49%
Sim
97
51%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 13
  O que aponta o gráfico, é que mais da metade dos entrevistados mudaria seus hábitos em favor do bem-estar dos animais. No entanto, é sabido que a preocupação com as outras formas de vida ainda não é um fator determinante na escolha da dieta da maioria. Prova disso, é o dado do censo do IBGE do ano de 2012, o qual  revela que apenas 8% da população se declara vegetariana, enquanto não há dados sobre a porcentagem de veganos. Muitas vezes, fechamos os olhos para o processo cruel passado por cada animal, desde que ele nasce até que se torne alimento, vestimenta ou qualquer outro produto comercial.É necessário repensar nossos hábitos e o consumo, e a maneira como impactam todo o ciclo ambiental.

Tabela 14- Posicionamento em relação ao "combate de galos" ou galos de briga
Posicionamento
fi
fi%
FAC
FAC%
Contra
180
95%
180
95%
A favor
10
5%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 14
A famosa rinha ou briga de galo é uma prática antiga, com registros datados de milhares de anos antes de Cristo. Ao longo da história, em diversos lugares ao redor do mundo e de várias maneiras, a apreciação e promoção de rinhas representou status social e poder, principalmente pela importância do galo em diferentes culturas. Entretanto, atualmente a consciência ambiental e o respeito pelos animais é mais facilmente difundida, fazendo com que tal espécie de prática abusiva e cruel seja rejeitada e desestimulada por grande parte da população, como podemos ver no gráfico.

Tabela 15- Classificação dos entrevistados quanto ao convívio com pessoas
Classificação
Fi
Fri%
FAC
FAC%
Ótimo
74
39%
74
39%
Bom
83
44%
157
83%
Regular
25
13%
182
96%
Ruim
4
2%
186
98%
Péssimo
4
2%
189
100%
Total
190
100%



Gráfico 15

Analisando o gráfico vemos que o adjetivo mais usado para classificar o convívio com as pessoas de nossos entrevistados foi “bom” (44%). Logo após temos “ótimo” com 39% das respostas. Apenas 2% das pessoas responderam “péssimo”. Portanto nota-se que as pessoas se consideram bem relacionadas com as outras.

Tabela 16- Classificação dos entrevistados quanto ao convívio com animais
Classificação
Fi
Fri%
FAC
FAC%
Bom
65
34%
65
34%
Ótimo
102
54%
167
88%
Regular
18
9%
185
97%
Péssimo
5
3%
190
100%
Total
190
100%



Gráfico 16
O gráfico nos apresenta a classificação dada pelos entrevistados, referente às suas relações com os animais. Acima do “bom” (34%), está o “ótimo” com 54% das respostas. Analisando o gráfico anterior, e o presente, conclui-se que o relacionamento  das pessoas com os animais é superior ao somente de pessoas, mostrando-nos que os animais são seres mais fáceis de se lidar, assim como também mais agradáveis.